Sinceramente, não. A repressão já existe a algum tempo, e parece não estar surtindo o efeito esperado. Os legisladores têm endurecido gradativamente as leis, ao longo dos anos, porém, mesmo assim, não temos visto nenhum progresso. Pelo contrário, a violência no trânsito tem até aumentado. Vimos nestes dias, que até mesmo diretores de órgãos fiscalizadores, tem sido multados por desrespeitarem as leis de trânsito. Políticos, empresários... o povo de uma maneira geral, não respeita.
Acredito que a solução, só pode vir, a médio ou longo prazos, pois a atual geração de motoristas, já está contaminada de uma tal forma que nem a reeducação, como aulas de direção defensiva aos motoristas infratores, tem dado resultado. Este problema seria solucionado, se o governo tornasse obrigatório, por parte das redes de ensino, municipais, estaduais, federais e privadas, uma matéria referente as leis de trânsito, e também mobilizasse toda a sociedade, meios de comunicação, como: radio, TV, e outros, para promoverem campanhas educativas, a fim de que as gerações futuras, não venham cometer os mesmos erros da atual.
Propagandas de bebidas alcoólicas na TV, deveriam ser proibidas, se isto não for possível, que o fossem ao menos nos horários de pico de audiência, e nos horários que antecedem, e uma hora após a transmissões de partidas de futebol e outras práticas esportivas, para que os nossos jovens não viessem a ser contaminados.
Acho um absurdo as propagandas veinculadas na TV, pelas montadoras de automóveis, no lançamento de novos veículos. São uma tremenda apologia ao crime!!!
Elas dão ênfase a potência dos motores, a força das arrancadas, ao excesso de velocidade, ao espírito de aventura, enfim acabam por incentivar o espírito de competição entre as pessoas.
Creio que deveria existir uma espécie de censura, um limite de tolerância estipulado pelo governo, para a liberação de tais propagandas. Uma espécie de filtro, que seria, leis ou regras, para veinculação nos meios de comunicação de tais vídeo filmagens. E assim quem sabe um dia teremos um trânsito mais humano.
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